Reprise de GP do Brasil de 1991 tem participação de Bruno Senna e emociona Galvão: “Espetáculo!”

Assim como aconteceu na última semana, a Globo revisitou mais uma corrida histórica de Ayrton Senna, o GP do Brasil de 1991, quando o piloto brasileiro conquistou seu primeiro triunfo em casa, enfrentando o drama dos problemas de câmbio da McLaren, o que o fez terminar aquela prova em Interlagos extenuado.

Antes da prova, Galvão Bueno e o sobrinho do piloto, Bruno Senna, comentaram sobre a prova e o contexto histórico, com a nova rivalidade adquirida por Senna, com o Leão Nigel Mansell.

Durante a corrida, o termo “Senna” foi o terceiro mais comentado no Twitter, perdendo apenas para “Mães” e #FelizDiaDasMaes. A reprise teve desde o momento da largada, até a reação do brasileiro ao sair do carro, o emocionante pódio, até a entrevista do piloto já recuperado.

Galvão, por sua vez, publicou vídeo nas redes sociais reagindo à transmissão: “Espetáculo”.

E foi às lágrimas

E narrador também descreveu a emoção após duas semanas com VTs de glórias de Senna.

“Posso dizer que depois de rever o primeiro campeonato mundial de 1988 e essa vitória no Brasil no ano do tricampeonato, eu diria que, seguramente, que essa tem um lugar no pódio dos grandes momentos de emoção do esporte brasileiro. Se fizermos um pódio, o Ayrton Senna sempre estará lá, esteja onde estiver, estamos sempre com ele. Ayrton Senna do Brasil, o nosso heroi das madrugadas e manhãs de domingo.”

A Corrida

Senna começou de maneira esplendorosa aquela temporada que lhe daria o tricampeonato mundial, vindo pole convertida em vitória nos Estados Unidos, em Phoenix. Em Interlagos, ele também largou na frente, com as duas Williams, de Riccardo Patrese e Nigel Mansell logo atrás, .

O começo e boa parte da prova estavam tranquilos para o brasileiro, mesmo com a ameça de chuva forte, e todos aguardavam com ansiedade o primeiro triunfo caseiro de Senna. Mas, após a última parada de Mansell, faltando 25 giros para o fim, o Leão começou a mostrar suas garras contra o piloto da McLaren.

Ao mesmo tempo, as marchas do MP4/6 de Senna começavam a se deteriorar. O inglês também sofreu com o câmbio, mas de uma maneira mais definitiva, com problemas que o fez rodar no S do Senna.

As coisas ficaram mais fáceis? De forma alguma. Tendo perdido a quarta marcha antes da derrocada de Mansell, Senna teve seu drama aumentado, perdendo a terceira e quinta na sequência do abandono do Leão.

Patrese, novo segundo colocado, se aproximava, assim como a chuva, em que o brasileiro era mestre, mas naquela atual situação, não era bem-vinda.

Senna se viu apenas com a sexta marcha nas voltas finais e também foi beneficiado com um pequeno problema na Williams de Patrese.

Extenuado, Senna cruzou a linha de chegada, recebendo a bandeira quadriculada do saudoso diretor de prova, Mihaly Hidasi, fazendo explodir de alegria uma nação que aguardava o triunfo que faltava à carreira do piloto. Patrese foi o segundo colocado, chegando 2s991 depois. Gerhard Berger completou o pódio. Nelson Piquet foi o quinto, Roberto Pupo Moreno o sétimo e Maurício Gugelmin abandonou.

Senna repetiria a combinação pole/vitória mais cinco vezes naquela temporada, conquistando o tricampeonato mundial. Em Interlagos, ele repetiria novo triunfo épico em 1993.

Fonte Motorsport

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