Times da F1 aprovam teto orçamentário e ajuda a equipes com desempenho ruim

As equipes de Fórmula 1 aprovaram um conjunto radical de mudanças de regras que visam garantir o futuro do esporte após a pandemia de coronavírus.

Após semanas de discussões entre equipes, os chefes da FIA e da F1 sobre possíveis mudanças destinadas a reduzir custos e melhorar o programa, as propostas do ‘New Deal’ foram submetidas a votação eletrônica nesta sexta-feira.

Várias fontes confirmaram que as equipes apoiaram as mudanças, que incluem o limite de orçamento da F1 sendo reduzido de US$ 175 milhões para US$ 145 milhões no próximo ano e outras regras, incluindo um sistema de desvantagens no desenvolvimento aerodinâmico e o uso de peças de código aberto.

O principal campo de batalha nas últimas semanas foi o nível do teto orçamentário, com a Ferrari particularmente relutante em reduzir o nível demais, apesar da pressão de outras equipes.

Enquanto equipes independentes, como a McLaren eram a favor de reduzi-la para US$ 100 milhões, a Ferrari estava convencida de que não ficaria feliz em aceitar algo abaixo de US$ 145 milhões.

Com esse número sendo proposto para o próximo ano, com um caminho de planeamento de até US$ 140 milhões em 2022 e US$ 135 milhões depois disso, entende-se que a equipe italiana estava feliz com o compromisso e deu seu apoio.

Além do limite do orçamento, outras regras que fazem parte do pacote incluem um sistema radical de desvantagens no desenvolvimento aerodinâmico, onde as equipes com pior desempenho têm mais tempo de desenvolvimento de túnel de vento e CFD em comparação com os times mais bem-sucedidos, além da permissão para o uso de peças de código aberto.

Com as equipes aprovando as mudanças nas regras, o assunto agora precisa ser submetido ao Conselho Mundial de Automobilismo da FIA para ratificação final.

Entende-se que o corpo diretivo fará isso via e-vote, provavelmente no início da próxima semana, em vez de aguardar a próxima reunião que está agendada para meados de junho.

Fonte Motorsport

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