McLaren

Mclaren MCL34

McLaren

História

Fórmula 1 (1966-presente)

Foi criada em 1963 pelo piloto neozelandês Bruce McLaren, mas sua estreia foi apenas no GP de Mônaco de 1966 .

A McLaren permaneceu por ter uma boa estrutura de mecânicos, técnicos, pilotos. Teddy Mayer dirigiu a equipe por uma década, após a morte de Bruce. Ron Dennis então assumiu a direção da McLaren, onde esteve por quase 30 anos, retirando-se em 2009.e voltando em 2013.

1984-1993 Tempos de ouro

Entre 1984 e 1993 ocorreram os tempos de ouro McLaren pelos ótimos resultados obtidos. Porém, durante 1994-1997 a equipe não rendeu o esperado, somente voltando a ser competitiva ao seu verdadeiro nível em 1998, vencendo também o campeonato de 1999.

Década de 2000

No período de domínio da Ferrari, de 2000 a 2004, a equipe inglesa foi a que chegou mais perto de superar a rival, com a excelente performance de Kimi Raikkonen, chegando muito próximo do título mundial em 2003.

O modelo MP4/21 teve alguns problemas em 2006, acabando a temporada em terceiro lugar com 110 pontos.

Em 2007, a escudeira se viu envolvida num caso de espionagem industrial envolvendo Mike Coughlan (projetista chefe da McLaren, afastado) e Nigel Stepney (ex-chefe dos mecânicos da Ferrari). Devido às evidências, a McLaren foi punida com a perda de todos os pontos conquistados no Mundial de Construtores de 2007, o que resultou na perda do título de construtores e uma multa de $100 milhões de dólares. Os pilotos, porém, não sofreram nenhuma punição.

Em 2008, Lewis Hamilton foi campeão da temporada com o modelo MP4-23, e a equipe ficou em segundo lugar no Campeonato de Construtores.

Em 16 de novembro de 2009, a montadora alemã Mercedes-Benz anunciou a venda da sua parte da equipe e a compra da Brawn GP, passando a ter sua própria equipe a partir de 2010: a Mercedes GP. Apesar da venda das ações que detinha da McLaren, a Mercedes continuou a fornecer motores para a escuderia por mais seis anos.

A era Honda (2015-2017)

Em 16 de maio de 2013 a McLaren confirmou oficialmente a reedição da parceria com a japonesa Honda, marcando o retorno da montadora à formula 1, ausente desde 2009, quando vendeu sua equipe à Ross Brawn, que prosseguiu o projeto sob o nome Brawn GP. A escuderia inglesa passou a usar os motores Honda a partir da temporada 2015 na esperança de retomar o sucesso que a parceria rendeu entre 1988 e 1992, período em que acumularam 44 vitórias, 91 pódios e 53 poles na categoria.

A temporada 2015 porém começou com dificuldades para a equipe, tendo enfrentado diversos problemas na implantação dos motores japoneses no novo modelo MP4-30.

A era Renault (2018-presente)

Após três anos de parceria, e um longo histórico de falhas e abandonos, e nenhuma evolução na confiabilidade dos motores Honda, a McLaren recorre a Renault para lhe fornecer motores para a temporada 2018, a fim de uma montadora mais experiente, e realmente capaz de levar a McLaren de volta ao topo.

500 Milhas de Indianápolis (1970-1979, 2017, 2019)

A McLaren na primeira vez desde que compete como equipe decide investir nas 500 Milhas de Indianápolis pela competição conhecida como USAC, em 1970, a chegada da McLaren nessa corrida foi incentivada pela Goodyear, pois esta não queria que a rival Firestone tivesse influência nas corridas da competição norte-americana.

Durante tal tempo a equipe inglesa conseguiu vencer em 1974 e 1976, em 1977 em diante a equipe não conseguiu resultados bons, e no fim de 1979 a McLaren termina o seus serviços na corrida.

Em 2017, o espanhol Fernando Alonso decide não participar do GP de Mônaco para competir na corrida, a McLaren então, contrata a Andretti, a fim de que o piloto espanhol corresse, porém apesar de Fernando liderar a corrida por algumas voltas o motor falha e ele abandona a corrida.

A McLaren confirma sua participação como equipe independente nas 500 Milhas de Indianápolis de 2019, porém falha na classificação, por tanto não pôde disputar as 500 milhas.

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