McLaren

Mclaren MCL34

McLaren

História

Foi criada em 1963 pelo piloto neozelandes Bruce McLaren, que faleceu num acidente em Goodwood, em 1970, aos 33 anos.

A McLaren permaneceu por ter uma boa estrutura de mecânicos, tecnicos, pilotos. Teddy Mayer dirigiu a equipe por uma década, após a morte de Bruce. Ron Dennis então assumiu a direção da McLaren, onde esteve por quase 30 anos, retirando-se em 2009.e voltando em 2013.

1984-1993 Tempos de ouro

Entre 1984 e 1993 ocorreram os tempos de ouro McLaren pelos ótimos resultados obtidos. Porém, durante 1994-1997 a equipe não rendeu o esperado, somente voltando a ser competitiva ao seu verdadeiro nível em 1998, vencendo também o campeonato de 1999.

Década de 2000

No período de domínio da Ferrari, de 2000 a 2004, a equipe inglesa foi a que chegou mais perto de superar a rival, com a excelente performance de Kimi Raikkonen, chegando pertíssimo do título mundial em 2003.

O modelo MP4/21 teve alguns problemas em 2006, acabando a temporada em 3º lugar com 110 pontos.

Em 2007, a escudeira se viu envolvida num caso de espionagem industrial envolvendo Mike Coughlan (Projetista chefe da McLaren, afastado) e Nigel Stepney (Ex-chefe dos mecânicos da Ferrari). Devido às evidências, a McLaren foi punida com a perda de todos os pontos conquistados no Mundial de Construtores de 2007, o que resultou na perda do título de construtores e uma multa de $100 milhões de dolares. Os pilotos, porém, não sofreram nenhuma punição.

Em 2008, Lewis Hamilton foi campeão da temporada com o modelo MP4-23, e a equipe ficou em segundo lugar no campeonato de Construtores.

Em 16 de novembro de 2009, a montadora alemã Mercedes-Benz anunciou a venda da sua parte da equipe e a compra da Brawn GP, passando a ter sua própria equipe a partir de 2010: a Mercedes GP. Apesar da venda das ações que detinha da McLaren, a Mercedes vai continuar fornecendo motores para a escuderia por mais seis anos.

A era Honda (2015-2017)

Em 16 de maio de 2013 a McLaren confirmou oficialmente a reedição da parceria com a japonesa Honda, marcando o retorno da montadora à formula 1, ausente desde 2009, quando vendeu sua equipe à Ross Brawn, que prosseguiu o projeto sob o nome Brawn GP. A escuderia inglesa passou a usar os motores Honda a partir da temporada 2015 na esperança de retomar o sucesso que a parceria rendeu entre 1988 e 1992, período em que acumularam 44 vitórias, 91 pódios e 53 poles na categoria.

A temporada 2015 porém começou com dificuldades para a equipe, tendo enfrentado diversos problemas na implantação dos motores japoneses no novo modelo MP4-30.

Após 3 anos de parceria, falhas e abandonos que não acabavam mais, e nenhuma evolução na confiabilidade dos motores Honda, a McLAREN recorre a Renault para lhe fornecer motores para a temporada 2018, a fim de uma montadora mais experiente, e realmente capaz de levar a McLAREN de volta ao topo.

A era Renault (2018)

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