Hermano da Silva Ramos

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Filho de um empresário brasileiro de sucesso e mãe francesa, Nano da Silva Ramos tinha 21 anos quando pilotou pela primeira vez um MG no Rio de Janeiro. Ele então competiu na Europa e venceu o Rally de Sable de 1953 com um recém-adquirido Aston Martin DB2.

Fórmula 1 com Gordini

Com mais experiência em eventos menores, da Silva Ramos se juntou à equipe subfinanciada da Gordini em 1955. Essa instituição nacional adicionou um bem-vindo toque de azul francês ao grid da Fórmula 1, mas as esperanças de vitória (ou mesmo de finalização) sempre foram reduzidas. Ele se tornou o terceiro piloto brasileiro a correr em Grande Prêmio (depois de Chico Landi e Gino Bianco) no GP da Holanda de 1955 – largando entre os ultimos para alcançar o oitavo antes de se abandonar os GPs britânico e italiano.

A temporada de 1956 começou com a vitória na Coupe de Vitesse em Montlhéry e o quinto no GP de Mônaco, apesar de sete voltas fora do páreo. Também quinto no Troféu Internacional de Silverstone, ele iniciou outros três GPs naquele ano. Nem Silva Ramos nem Gordini voltaram a disputar o campeonato mundial de F1, mas ele foi o segundo em Pau em 1958 com o Cooper T45-Climax de Alan Brown. Ele também largou em Le Mans em quatro ocasiões, embora não tenha terminado nenhuma.

Da Silva Ramos pilotou o antigo Maserati 250F do Scuderia Centro Sud em três eventos não relacionados ao campeonato de 1959 e ficou em quarto lugar em Aintree, em sua última temporada no esporte. Ele foi visto ocasionalmente em reuniões históricas e compartilha seu tempo entre suas casas na França e no Brasil.

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